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É piada demais para um país que se diz sério

Nota de 200 reais dá seu show na cueca de um senador

(João Lemes)
O Supremo está envolvido em situações extremas; desde a soltura do traficante André do Rap (condenado a 25 anos), até a suspensão de um senador da República que escondia dinheiro na cueca e na bunda.

Tragédia repetida
O caso do senador Chico Rodrigues, do DEM, tem sabor de farsa ao repetir tragédia ocorrida durante o mensalão com um assessor do deputado petista José Guimarães, preso com dólares na cueca.

Na intimidade
Desta vez o esconderijo foi além, o que obrigou o ministro Barroso a dizer à Polícia Federal que o registro exibe demasiadamente a intimidade do investigado.

Relação estável
O presidente Bolsonaro, que alardeava que em seu governo não havia corrupção, teve que abrir mão de seu vice-líder Chico Rodrigues, com quem dizia ter “quase uma relação estável”.

Top das emendas
Chico Rodrigues está no ‘top 10’ de senadores com mais emendas liberadas em 2020. Essas para Roraima ele repartia com fornecedores e, assim, é acusado de desviar 20 milhões do dinheiro para o combate ao coronavírus.

Dodói da justiça
Quanto ao traficante, fica claro um sério problema na justiça brasileira; a montanha de prisões sem o devido prosseguimento nos processos e a novela da prisão em segunda instância. O próximo passo será definir se presos condenados em segunda instância não necessitam de uma revisão, como era o caso do traficante.

Ninguém vai preso e o filho assume
A deputada Flordelis, acusada de um crime hediondo, anda com tornozeleira, mas não vai presa porque tem imunidade. Chico Rodrigues também não foi preso, apenas afastado. Em seu lugar entra seu próprio filho. Arthur Ferreira Rodrigues é o suplente da vaga.
Aí é piada demais para um Brasil que se diz sério…

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