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Presidente da Federasul: “Temos que enxergar o número de pessoas demitidas”

“A condição é cômoda para gestores. Bandeira vermelha fecha. Mas o ônus de uma crise econômica é da covid”

A presidente da Federação de Entidades Empresariais do RS (Federasul), Simone Leite, criticou a relação do governo do Estado com o setor produtivo. Em entrevista à Rário Gaúcha, também fez críticas ao fechamento de atividades. “Essa interrupção total é que não é possível. Não temos igualdade de oportunidades. Tem lojas com condições sanitárias iguais sendo tratadas de forma diferente. Tem supermercado que vende flores, mas a floricultura está fechada. Isso que gera toda uma revolta na classe empresarial. Uma classe que carrega esse Estado nas costas”, afirmou.

Pela segunda semana consecutiva, o RS tem seis regiões sob bandeira vermelha. As restrições mais severas à circulação de pessoas continuam no entorno de Porto Alegre, Capão da Canoa, Canoas, Novo Hamburgo, Pelotas e Palmeira das Missões.

“Em março disseram que o ciclo (do vírus) seria em abril. O poder público teve tempo para fazer reorganização. Mas agora estão dizendo que essa semana será pior e que pode haver lockdown nas próximas. Como conseguiremos agir diante dessa total imprevisibilidade?”, indagou Simone.

A sugestão é de que o governo dê atenção também a indicadores socioeconômicos das regiões antes de decidir sobre medidas de fechamento. (F: Zero Hora)

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