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Bolsonaro lamenta mortes, porém diz que a morte é o destino de todo mundo

O presidente Bolsonaro voltou a defender a flexibilização da posse e do porte de armas. Ele disse que está na iminência de fazer mudanças em uma instrução normativa da Polícia Federal que trata de compra, registro e porte de armas. O texto engloba várias categorias, inclusive civis. Sobre as mortes por coronavírus, Bolsonaro lamentou, porém diz
que a morte é o destino de todo mundo

Em conversa com apoiadores, ele disse que “o povo armado jamais será escravizado”. A frase já havia sido usada pelo presidente na reunião ministerial de 22 de abril.

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Um Comentário

  1. Se houvesse empenho e menos deboche ou “filosofias” vãs, milhares de vidas podem ser salvas da morte, isso ele esqueceu… Evidente que sozinho ele não faz “milagres”, mas ele tem o poder de melhorar muito as condições de vida das pessoas que o sustentam e aos seus ministros; ao invés, criou discórdia política e jurídica, e só lhe restou assumir o discurso de que não pode fazer “milagres”… péssimo gestor.

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