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Araponga chama a oposição de burra e diz que o PP perde de fazer história (II)

A falta de estratégia e o machismo do PP podem ser históricos

(CONTEÚDO LIBERADO por dois dias)

(ESCRITO POR ARAPONGA)Por anos a fio a oposição de Santiago deixa pra última hora o lançamento de nomes à disputa municipal. Certo ano destes, até o veio Valério  (Bruxo) andava de porta em porta vendo se alguém queria concorrer. Vira e mexe, quem aparece são os mesmos. Normalmente é Dr daqui e Dr dali contra os doutores em estratégia do PP. Só que neste ano o estratagema não foi tão bom assim. Já explico a vocês.

Há pouco o veterano ex-vereador Eudócio Pozo (PSDB) disse que se não houver adesão total em torno de um nome, a coisa fica pior que antes. Ele se referia às pelejas que se foram antes mesmo de lançarem nomes.

Hoje, na população, há quem diga que até um cabo de vassoura seria capaz de ganhar desta oposição vaidosa, burra e capenga. Será? Olha que temos muito tempo ainda até novembro, dezembro…

Que com o D’Ferro fere…

O D’Ferro até será um bom candidato, mas só vai render para a imprensa, justo porque vai bater bastante no PP. Não iria falar nele, porém, lagarto que sai da toca quer chumbo, diz o ditado. Quem não quer barulho que não ate porongo nos tentos.

O D’ferro é conhecido por brigão e dono da verdade. A todo momento se exibe que é o único honesto e único que trabalha. Despreza todo o resto e não aglutina. Seu discurso é tosco e enfarento até dizer chega. Quando foi deputado, só comprou briga. E diz o ditado que quem com ferro fere, como D’ferro será ferido.

Outra burrice foi andar dizendo que foi melhor não ter sido eleito deputado porque tirou um peso dos ombros. Falou isso quando tentou justificar o salarião que ganha como assessor. (E tem mais o da aposentadoria – direito dele.).   

O PP perde o trem

Agora vamos ao PP, o qual perde o trem da história. Pois bem. No tempo dos mais veteranos do partido, os ditos coronéis, não era só o dinheiro para rancho e as vacas que contavam. Havia cabeça pensante. Foi isso que manteve o partido na vanguarda por séculos. Pode até permanecer, porém, perdeu de fazer uma história mais bonita e útil. Vejam:

Os vereadores cercaram o prefeito Tiago e o pastor (água morna) abençoou com água benta.  Então o Pirú entrou na jogada. Sendo que ele teria todo tempo do mundo para ser vice. Mas não, por vaidade dos vereadores – que só fazem projeto à custa do próprio grupo de secretariado do Tiago, está aí como candidato posto. Família unida jamais será vencida.

Só que a oportunidade foi perdida. Veja esta leitura. Qual o maior evento político do partido em Santiago? Ação da mulher progressista. Outra leitura: a mídia de maior aceitação publica foram as matérias ligadas à educação. Ou seja, ligadas à popularíssima e capacitada Mara Rebelo. Uma mulher que rivaliza em popularidade com o próprio prefeito. Uma visionária que por anos deu vida ao maior projeto do PP, chamado Criança Feliz.

Os vereadores também tinham na manga a presidente da câmara, a professora Cleusa. Se é que queriam um vereador na nominada, essa seria a vez dela. Aí, levaram em conta apenas a popularidade de quem nunca foi gestor. Sem se dar conta de que o time dos vereadores ficou desguarnecido, pois o Peruzito é bom de voto, embora hoje, com a mudança na lei, pacotão de votos não regula tanto.

A eleição para prefeito é quase garantida. Poderia colocar até o ronda de vice do Tiago que venceria, dada à burrice da oposição. Mas não, colocaram um galo bom de voto, digo, Pirú, por insistência de meia-dúzia de bernos que nem projeto têm. Jantaram dois fortes e abriram os flancos.

Chá de macho

O PP nunca foi capaz de colocar uma mulher. É um machismo sem tamanho destes boludos. Os outros já estão de consciência tranquila. Já salvaguardaram o nome das mulheres para tentar chegar.  O PP, não. Faz 500 chás da mulher e, na hora de lembrar do nome delas, vem outro macho. Neste aspecto, segue sendo partido de coronel.

Este chá da mulher que elas fazem talvez seja o maior evento político do Estado. No entanto, é pesos de machaida lá tirando casquinha.

Não deram a chance para a mulher ocupar seu lugar. Mara Rebelo, que era um ás na manga, virou carta fora do baralho.

Já a Cleusinha, virou uma gandura do prefeito. Estava de vereadora e foi chamada para entrar o Pelé. Aí tira ela da secretaria e manda para câmara de novo e traz o Davi para seguir a jogada com o Pelé. Cleusa é hoje a presidente que menos manda.

Assim, lá se vai o trem da história e a pergunta fica: Qual a esperança que o PP dá a outras mulheres que estão chegando? Simples: vai tratar a todas como tem tratado a maior liderança feminina que o partido já teve e queimaram por privilegiar o machismo e a falta de estratégia.

Bom, mas de todo mal, a verdade vem à tona: agora as novas que chegam sabem que terão apenas um chazinho uma vez por ano. 

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Um Comentário

  1. Se houve-se uma oposição pensante, seria o momento de inverter os papéis, PP tá deixando brechas muito importante, veneno contra o próprio veneno, mais adiante dou a pista certa.

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