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Giro Crítico

Acompanhe a opinião do jornalista e um Giro Crítico pela política, fatos, atos e arte

Banho de chorumelas
Não havia banheiro decente em Santiago. Sobravam reclamações. Não havia banheiro com acesso a deficientes. Sobravam reclamações. Agora Santiago terá um banheiro decente e com acessibilidade. Já começou a chover reclamações.

Há uma parte da população que se queixa de tudo, e quando está tudo certo, reclama por não ter nada do que reclamar.

Bobagem às pampas
Raríssimas pessoas pelo interior do RS ouvem sequer falar da TV Pampa. Bastou uma polêmica e o troço bombou pelas redes. Reparem nas frases a seguir e tire sua dúvida:

Tirania
“Como o senhor vai trazer de volta esses empregos, essa oportunidade, essa dignidade que o senhor nos retirou de uma forma, no meu ponto de vista, tirana?” Roberta Coltro (TV Pampa).

Ignorância
“Respeito sua decepção e lamento sua ignorância e desprezo pela vida. Ignora o que acontece no mundo; colapso na saúde, todos sem um sistema imunológico preparado.” Eduardo Leite, governador.

Deu samba
Moro, onde não mora ninguém. Onde não fica ninguém. Moro onde ninguém obedece ninguém. É lá onde o Moro, já morou também.

(des)viva o Moro!
Vem cá, que fim levou aquela ocorrência sobre o furto do outdoor do Moro, lá da avenida? Alguém ainda vai dar seguimento à causa?

Dá-lhes, Liminha!
Um acerto não justifica um erro. Gustavo Lima arrecadou comida e alegrou muita gente, mas rateou ao exagerar ‘na dose’ alcoólica e na pornografia verbal.

Bebo e choro
Eduardo Costa está num dilema: se bebe, não faz live. Se faz live, bebe também. Às vezes ele bebe e faz, às vezes ele faz e também bebe.

Tudo que (es)trago
Me lembra de um cara que não fazia nada sem beber um trago. Agora, depois que bebia também não fazia mais nada.

Amém
Bolsonaro quer que a receita perdoe dívida milionária das igrejas evangélicas. Quem não gostou que reclame pro bispo.

Bacia de sangue
“Os que lavam as mãos, o fazem numa bacia de sangue”. Ator Lima Duarte, para o amigo ator Flávio Migliaccio, falecido há pouco.

O absurdo
Podem morrer mil, o importante é que não seja de coronavírus. A que ponto chega a paixão cega. A ponto de banalizar a violência, o ódio e, agora, até a morte.

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