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Uma santiaguense no comando dos trabalhos de apenados gaúchos

A coordenadora da Divisão de Trabalho da Susepe é Elisandra Minozzo, que morou em Santiago e é natural de Nova Esperança. “É um momento importante para pensarmos em estratégias que possam minimizar possíveis novos contágios do coronavírus entre populações vulneráveis, além da profissionalização dos presos”.

Elisandra Minozzo

Presos gaúchos foram achar o que fazer. Fabricam máscaras, lençóis e até sabão ecológico
Em muitas cadeias a rotina muda para ajudar no combate ao coronavírus. Em Arroio dos Ratos já funciona uma minifábrica de sabão. A máquina veio pelo Conselho da Comunidade.

Cruz Alta, Torres e Lajeado
Nos presídios femininos de Torres e de Lajeado as produções de máscaras já iniciaram. Cruz Alta e Osório estão produzindo lençóis para hospitais.

Santa Maria – A produção de sabão foi intensificada. São 300 barras por semana.

Santa Cruz – A mão de obra prisional é utilizada para fazer sabonete e água sanitária, além do sabão. Tudo em parceria com a Unisc.

Meio ambiente – A produção de sabão gera economia ao Estado, aprendizado profissional e preservação ambiental. O sabão é à base de óleo de cozinha reutilizável.

Aqui em Santiago não há espaço para o trabalho
O diretor do presídio de Santiago diz que não há espaço físico. “Até já foi pensado isso, mas temos celas destinadas. Não possuímos pavilhão de trabalho. É preciso ainda o isolamento para as novas entradas, que devem ficar 14 dias”, disse Fuzer.

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