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Santiago apresenta alto índice de infestação do Aedes aegypti

Em 2018 não se ouvia falar em coronavírus. O que assustava os santiaguenses era o mosquito Aedes aegypti, que é o causador da dengue, zyka vírus e chikungunya. O que mudou de lá pra cá? Nada! O mosquito continua presente entre santiaguenses e o índice de infestação no município está acima de 6%. O normal para Santiago seria que estivesse abaixo de 1%. Há um caso suspeito de chikungunya no município. Trata-se de um morador do centro, o qual teve material coletado e enviado para analise em laboratório. As informações foram dadas pela veterinária Eva Müller em entrevista à Rádio Santiago na manhã desta sexta (3).

Os focos – O centro da cidade continua sendo onde há mais focos do mosquito, ainda mais agora com as lojas fechadas. O problema se agrava com a chegada de chuvas. Ela disse que há larvas do mosquito em borracharias, postos, terrenos baldios e vários outros locais onde os agentes de controle de endemias fizeram as verificações.

Cuidados – Eva salientou para que as pessoas cuidem de suas propriedades e, considerando que muitas estão em casa por causa do coronavírus, aproveitem para limpar os pátios e livrar a cidade dos riscos de doenças causados pelo mosquito Aedes, o que poderiam causar ainda mais problemas ao sistema de saúde.

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