Flávio nega, mas a quebra de sigilo complica sua vida cada vez mais

Entre as linhas de investigação do Ministério Público estão o uso de funcionários fantasmas, indícios de lavagem nas transações imobiliárias e o envolvimento de seu ex-assessor Queiroz com o miliciano Adriano Magalhães, o Capitão Adriano, chefe do Escritório do Crime (grupo apontado como o responsável pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do seu motorista). A continuidade das investigações (suspensas em julho por liminar do ministro Toffoli e liberadas agora) também abriu novos flancos, como o possível uso da loja de chocolates como mais uma forma de lavagem.

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