Deus, armas e oposição ao comunismo

Alguém ainda duvida que uma ditadura se aproxima?


(por João Lemes) O ato de fundação da Aliança pelo Brasil foi marcado por discursos em defesa de Deus e do uso de armas, além de ataques a movimentos de esquerda e a antigos aliados, como o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC). Na foto, as balas, símbolo do novo partido. 

Partido do três oitão
O presidente Bolsonaro afirmou que o número escolhido para  o seu novo partido foi o 38. “Um bom número. Tínhamos poucas opções, mas o 38 é um número mais fácil de gravar”, afirmou.

Só falta disputar na bala
No entanto, o 38 já foi “escolhido” por outra sigla em formação: o Partido Militar Brasileiro que está em fase final de criação. “Não vamos abrir mão do número, quem conseguir homologar primeiro fica com o 38”, afirmou o deputado Capitão Augusto (PL-SP), articulador da nova legenda. Augusto é o coordenador da bancada da bala na Câmara dos Deputados.

Homenagem à ditadura
Esse número é uma referência ao revólver mais utilizados no Brasil, o “três oitão”. A outra opção (64) foi uma homenagem a 1964, ano de instauração da Ditadura Militar (1964-1985), que o deputado chama de “revolução que salvou o País do comunismo”. “Se o partido do presidente pegar o 38 primeiro, ficamos com o 64”, afirmou.

Obs. Armas, bala e tiros, mas a bandidagem segue solta. 

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