A incrível confusão gerada pela morte de um cachorro

(por João Lemes) Hoje o nosso site publicou essa matéria, enviada pelos leitores: “No sábado pela manhã os Bombeiros receberam quatro ligações de pessoas que avisaram que havia um cachorro pequeno imóvel na faixa de segurança da esquina da 13 de Maio. “Uma provável vítima de atropelamento”, disseram, e sugeriam que alguém deveria recolher o corpo do animal. Uma equipe da Prefeitura foi até o local para conferir e fazer o sepultamento. Ao chegar, um funcionário disse que teve uma surpresa: o bichinho teria acordado e saído em disparada”.

Obs. Talvez esse funcionário tivesse visto outro animal e não o referido na ligação.   


Outra versão
Agora vamos a versão da senhora Fátima Jussara, do Grupo Reciclão & Criação
“Pediram ajuda às 11h da manhã que havia um cachorro com pescoço cortado próximo à Ponto Cópias. Pedi ajuda no grupo. Várias voluntárias, no mínimo quatro, foram até lá. Estava morto.

Às 16h, depois da chuvarada, a dona do cachorro fez uma postagem de homenagens ao cachorro e a minha voluntária “Lu” rebateu: se amasse tanto ele não estaria na rua sendo arrastado pela enxurrada. Aí começou. Ela falou nos Bombeiros, mas nem bombeiros, nem prefeitura têm obrigação. A obrigação é dela.

Então pedi à Lu para recolher e embalar num saco. Deu uma hora pra que ela recolhesse, mas alguém foi lá antes e o recolheu. A Lu não sabe, mas era um senhor, quem sabe o tal funcionário da Prefeitura. Só sei que o bicho já estava podre. Morreu cedo e, com aquele calor… (A enxurrada o levou do Ponto Cópias até uma igreja, na 13 de Maio, perto da escola)”, disse Fátima.

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