O dia a dia da Câmara de Santiago

(por J. Lemes)
Afagos
Segue a briga dos vereadores para ver quem recebe mais afago das equipes da prefeitura quando se trata de atender aos pedidos.

Choro
Gildo (PP) foi o primeiro a choramingar. Seu colega Rafael (do PSD com o pé no PP) largou na cara dura: “Mas os meus pedidos são atendidos”.

Novato
“Pro que foi”! Gildo se arpoou e lamentou que o partido (PP) tenha descartado um vereador de muitos anos em troca de um novato.

Cidade (des)ativa
Rafael também lembrou que o projeto Cidade Ativa está com seu cronograma atrasado. Caso do Bairro Riachuelo.

Detonando
Pelé (PP) entra em campo defende a prefeitura: “É que as equipes passam e, depois, alguns moradores ‘detonam’ as árvores de novo e largam os galos para a prefeitura levar.”

Obs. Quer dizer que além de detonarem as árvores, fazem isso duas vezes?

“Sacasa”
O vereador Joel (PP), depois de saudar os colegas “sacasa”, lembrou que há uma ponte quase caindo entre Capão do Cipó e Santiago.

Ponte
Outros disseram que falta união, não da ponte física, mas de uma ponte entre a prefeitura de Santiago e a de Capão do Cipó.

Frio
Décio Loureiro (PP) saiu com um slogan esdrúxulo. “Mate o frio que pode matar”. Que eu saiba, só se matava a fome, a saudade…  Mas realmente, o frio pode matar, então, está valendo.

Veio abaixo
Dionathan Farias (PP), depois de também saudar os vereadores “sacasa”, saudou os vencedores do festival da URI. Só não deu para entender quando falou que o “povo veio abaixo” na hora de vibrar com as apresentações.

Obs. O festival foi muito abordado. O presidente Tadeu (PP) não esqueceu nem de parabenizar um tal de “Jaérsio”.

Mundo cão
Eva Müller (MDB) lembrou que a pessoa violenta, principalmente o homem, não é violento apenas com um cachorro. Ele passa essa fúria à criança, depois chega a vez da esposa.

Obs. Ela explicou uma pesquisa sobre isso. “Que é violento com seu animal de estimação pode ser violento com a família toda”, explica.

Arreios
O Clairton (PSDB) colaborou. Disse que poucas mulheres conseguem se “desencilhar” desse espaço de violência.

Vereador-projeto
Quem se saiu muito bem foi o vereador Batista. Cinco minutos foram poucos para a leitura de tantos projetos envolvendo geração de empregos, esporte e saúde.

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