Giro Crítico e noticioso

Reforma previdenciária: após ser chamado 
de ‘traidor’, Bolsonaro cede aos policiais 
Os policiais civis e federais pressionaram e fizeram o presidente entrar pessoalmente em campo e modificar o trecho que muda as regras de aposentadoria das carreiras da segurança pública. Bolsonaro falou por telefone com deputados em busca de termo que atendesse ao Congresso e às categorias que apoiaram sua eleição.

O que vem pela rede…

Finalmente o governo 
vende a CEEE, a Sulgas e a CRM
A sessão começou em clima tenso, com discursos fortes e protestos, mas ao final, a Assembleia aprovou por 40 votos a 14 a venda da CEEE, Sulgás e a Companhia Rio-grandense de Mineração (CRM). Isso representa R$ 3 bilhões ao  Estado para ajudar a pagar dívidas com credores e fornecedores. O governo também espera que as vendas permitam a adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal do governo federal.

Saco sem fundo
Hoje o Estado ainda gasta mais do que arrecada. A maior fatia vai para os salários: 67%.
Arrecadado de  janeiro até agora: R$ 33.529.405.415
Gastos de janeiro até agora: R$ 35.553.415.052

O salário do Bianchini

O ex-deputado Bianchini (PL) figurou no jornal Expresso como um dos empregados da Assembleia com gordos salários (mais de 14 mil). Para alguns, o emprego funciona como um “prêmio de consolação” aos derrotados na campanha.

Diz a notícia do Expresso:
Quinze ex-deputados são assessores de bancadas e em outras funções. Entre eles está o santiaguense Bombeiro Bianchini (PL), que recebe mais de 14 mil como assessor superior da bancada de seu partido. O menor salário é de Tarcísio Zimmermann (PT) que ganha 7.712. O maior, quase 32 mil, vai para Carlinhos Vargas (PTB), que foi assessor do senador Zambiasi.

O troco de Bianchini
Em contato com a redação, Bianchini  não contestou a notícia, apenas lembrou que em alguns anos passados o ex-prefeito e ex-candidato a deputado Júlio Ruivo também foi assessor. No caso dele, trabalhou para o ex-deputado Heinze (PP). Até aí, tudo bem, só que Ruivo, na visão de Bianchini, “atuou fazendo campanha para deputado com dinheiro público e ninguém falou nada”.

Fantasmas
O D’Ferro ainda mencionou que “o PP sempre teve funcionário fantasma” e nunca ninguém tocou nisso. “Então, o Expresso escancarou que eu sou assessor, marajá etc, só que toda a semana eu pego o ônibus e vou à capital cumprir meu expediente. Participo de todas das atividades da Assembleia, assessoro os deputados. Faço um trabalho digno da função que exerço”, complementou.

Mais detalhes, no Expresso desta sexta.

UM MENINO DE OURO
O jovem advogado Rudolf Gessinger (na foto com os pais) acaba de assumir o cargo de secretário do desembargador Guinther Spode, no Tribunal de Justiça do Estado. Rudolf é filho do conhecido Ruy Gessinger, desembargador aposentado e que morou em Santiago e Unistalda. O menino sempre foi focado, dedicado, íntegro e muito capaz. Eis o caminho se abrindo para quem tem o estudo como hobby.

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