Giro Noticioso pelo país

“Sem crédito suplementar, os 
idosos não vão receber”, diz Bolsonaro
O presidente Bolsonaro fez um alerta a respeito do projeto de lei (PLN) 4, que autoriza o crédito suplementar de 248,9 bilhões. Se o PL não for aprovado, o governo terá de suspender o pagamento de benefícios a idosos e pessoas com deficiência já no próximo dia 25. “Nos meses seguintes faltarão recursos para aposentadorias, Bolsa-Família, Pronaf, Plano Safra”, diz Bolsonaro, acreditando na “costumeira responsabilidade e patriotismo dos deputados e senadores na aprovação urgente da matéria”.

Exposição a notícias ruins sobre 
economia aumenta risco de suicídio
Incertezas na economia, desemprego e falta de perspectiva no futuro. Todos esses fatores colaboram para a piora da saúde mental. E o mais preocupante: aumentam as taxas de suicídio. O tema foi discutido no Congress on Brain, Behavior and Emotions, em Brasília. O psiquiatra Pedro do Prado Lima usou como referência um estudo americano de 2016.

Governo abre 2 mil vagas 
para o Mais Médicos
As vagas estão em municípios com índices de vulnerabilidade social e o número foi determinado pela demanda dos gestores locais. Esta fase do programa é voltada a “profissionais formados e habilitados com registro do Conselho Regional de Medicina (CRM) do Brasil”. Foi dada prioridade para quem tem a formação voltada à atenção primária ou que tenha especialização em medicina da família e da comunidade. A previsão é que os médicos comecem a atuar em junho deste ano.

Bolsonaro exonera 
equipe de combate à tortura
O presidente exonerou os onze integrantes do MNPCT (Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura), um grupo do governo que monitora violações de direitos e atua para prevenir a prática de tortura nas penitenciárias. De acordo com o decreto, o grupo agora passa a ser formado apenas por participantes não remunerados. O ex-coordenador da entidade, Daniel Melo, afirma que essa mudança inviabiliza o funcionamento do órgão. O presidente do CNDH (Conselho Nacional de Direitos Humanos), Leonardo Pinho, disse que vai recorrer à Justiça contra a medida.

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