Julgamento do Caso Bernardo: promotora de Santiago também atua no júri

Três Passos – Começou hoje, 11, o júri dos quatro réus acusados de matar o menino Bernardo Uglione Boldrini, em Três Passos, caso que chocou o país em 2014, pela brutalidade e pelo grau de parentesco dos suspeitos.

O menino desapareceu em 4 de abril daquele ano. Seu corpo foi encontrado dez dias depois em um saco plástico, enterrado às margens de um rio em Frederico Westphalen. O atestado de óbito diz que Bernardo (11 anos) morreu de “forma violenta”. (Foto: Correio do Povo)

Estão sendo julgados: Leandro Boldrini (pai do menino) e sua esposa Graciele Ugulini (madrasta do menino), Edelvânia Wirganovicz e Evandro Wirganovicz. O julgamento deve durar toda a semana.

Promotora de Santiago 
atua no caso
Sílvia Jappe havia atuado em Três Passos, por isso, foi ela quem trabalhou no caso inicialmente. Hoje ela segue auxiliando os colegas daquela cidade.

Provas cabais
Numa entrevista ao Correio do Povo, há poucos anos, ela comparou o caso de Bernardo com o de Isabela Nardoni (São Paulo), mas contando com um diferencial: na apuração do assassinato de Bernardo, foram coletadas provas cabais de materialidade, assim como indícios suficientes de participação de todos os quatro acusados, cabendo a autoria ao médico Leandro Boldrini, pai do menino.

Premeditação
“A premeditação é um  dentre tantos outros fatores que chama a atenção, pois deixa evidente a frieza dos envolvidos, que tiveram tempo para pensar e, ainda assim, seguiram com a empreitada criminosa”, disse a promotora.

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