Privatizar a água ou não? Eis a questão?

ARTIGO DO DIA

(J.Lemes) Quase todos os Estados estão com a máquina inchada. No RS, há mais gente em casa (aposentada e recebendo) que trabalhando. Não há como administrar uma “empresa” que arrecade menos do que gasta. Essa conta qualquer um faz.

Em momentos de aperto, quando se vê que é altos salários daqui e dali, vem alguém e diz: “privatizar e privatizar! Vender e vender”! Seria a solução?

Telefonia
Lembram da CRT (telefonia)? Quando chegamos em Santiago para colocar o jornal em 93, ninguém tinha sequer uma linha para nos alugar. Quem comprou várias linhas poderia alugar e cobrava um dois e até três salários mínimos. Ou seja. Vivia só do aluguel dos “seus” telefones.
Mas nós não conseguimos nem alugar uma.

Sei dizer que ficamos meses sem o tal telefone e, mesmo assim, fizemos o jornal sem falhar uma edição. Dois anos depois veio o tal celular, porém a gente já havia conseguido uma linha fixa com o número 1717,  que está conosco até hoje.

Presídios
No dia em que falei com o general Mourão e indaguei sobre a baderna nos presídios, ele disse que o caminho seria a privatização. Deu a entender que o Estado não consegue e não conseguirá retomar o poder dentro dos presídios.

Falta d‘água
Quando falei que na falta de luz também falta água e isentei a Corsan, alguém disse: vamos privatizar. Mas e quem fornece a energia? Por acaso não é uma empresa privada?

Pergunto de novo; a privatização é a saída? (Poste sua resposta nos comentários)

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