Giro crítico e noticioso

O Carnaval e as escolas em cinzas 
(por J.Lemes) Muitas prefeituras do Estado, como Pelotas, não estão querendo dar dinheiro a escolas de samba. Preferem investir tudo em saúde ou educação. Santiago já cortou o Carnaval. E a região, vai cortar ou vai investir em escolas (de samba?).

No Rio, a prefeitura financia manifestações públicas. Algo que não fecha. Imaginem, uma prefeitura quebrada como a do Rio financiando atos públicos.  

“Pedir mais cedo”
A Caixa Federal negou um financiamento para um filme sobre a vida do pastor Edir Macedo. Ele resolveu “pedir mais cedo”, mas deu com os burros n’água. A Caixa, banco público, tem que financiar o trabalhador, o progresso, a educação. Por mais que um filme seja obra cultural, o Edir tem muita grana. Daria para fazer uns 10 filmes.

Conta da loucura
Falando em pastores, ouvi um religioso de Santiago dizendo em rede social que não precisava haver julgamento dos criminosos. Bastaria mandar para a cadeia e deixar que Deus julgue a todos. Vejam a que grau chega a loucura da alienação confundida com religião.
Como diria Bruno e Marrone: “Põe mais uma aí na conta da loucura”…

Bola murcha
Hoje ouvi a jornalista Rosane de Oliveira também dando contra a esse emprestimozinho. Ela também disse que acha errado um banco público financiar, por exemplo, times de futebol.

Banrifora
Falando em banco, o cartão Banricompras não estava funcionando em várias cidades gaúchas. Em Santiago também não funcionou no sábado e em alguns outros dias. Isso causa um prejuízo sem tamanho ao comércio.

Obra esperada
Santiago – A Prefeitura dá início ao asfaltamento na Tito Beccon, uma das principais vias de saída e chegada, e que está em pandarecos faz tempo. Agora sim, vai unir com asfalto o centro e a avenida Aparício Mariense. Aquele calçamento gerava um mau aspecto a quem entrava em Santiago.

Antes das festas de final de ano deve estar tudo ok com a primeira fase que dará 1.200 metros (bairro Vila Nova) Da Convexo Pizzaria até o 9º B Log. O investimento será cima de 700 mil de um convênio com o Daer.

Em tempo – Essa é uma demanda histórica. Uma via de muita importância pelo fluxo e comércio forte que há nela.

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