Sartori vaiado, mudo e desrespeitado

O prefeito Tiago, o secretário Westphalen, Sartori e Marco Peixoto

O governador Sartori (PMDB) veio a Santiago nesta sexta inaugurar uma compacta Estação de Tratamento d’água (ETA). Muitos foram recebê-lo e também fazer protesto, caso dos agentes penitenciários e professores. Em meio às vaias, houve até desrespeito à autoridade máxima, que chegou muda e saiu calada.

Sartori, ao ver as faixas de protestos, chegou e foi direto cumprimentar os manifestantes num gesto de cordialidade e de reconhecimento ao ato, “mas pro que foi”: Muitos, além de não estenderem as mãos, ainda se viraram de costas e depois seguiram proferindo palavras de calão. Com isso, Sartori não falou, nem esquentou banco e rumou para Bossoroca onde foi inaugurar um trecho de asfalto na 168.


Obs. O que devemos esperar dos outros quando os educadores cometem tal atitude com o chefe do Estado?

Até o presidente do Tribunal de Contas veio no ato do governador. Por certo, deve estar agradecido por ele não ter cortado o duodécimo (verbas do Tribunal e do Judiciário) 

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